
Rochedo Ibititá I
Chapéu de couro
Cabaça de água na mão
Sonhando, buscando terra...
Quatro homens pelo Sertão
Cangaia, peneira e gibão
Passando veloz no galope
Buscando encher a cabaça
Nas águas do canoão
Vasta Fazenda Grande
Encontram à revelia
Terra de boa colheita
E tudo se inicia
Benigno e Clemente
Chegam cheios de planos
Puseram os pés aqui
Velho Paca e Martiniano
Saíram de Macaúbas
Para fundar esse chão
Aqui buscavam mel
Daqui tiraram o pão
E entre tantas pedras
Se vê açude, canoão...
O nome se fez rochedo
Sem dono e sem patrão
Terra de quem chegasse
Chão livre pra plantar
Mas foi em Sessenta e Um
Que virou Ibititá
Antônio Cardoso Dourado
É o primeiro prefeito
Comerciante agricultor
É pelo povo eleito
E outros líderes vieram
João Gomes, Genário, Inácio
Política em construção
Numa vida nada fácil
E nessa história de busca
O povo usa do direito
Vandinho, Carlão, Domingos
Cada escolha é um prefeito
E entre tantos homens: Francisco
Terra que é minha e sua
São quarenta e cinco anos
E a história continua...
Rochedo Ibititá II
Cheirinho bom de cuscuz
Feijão, jão duro, vatapá
Comida farta, gente alegre
Tem rezeiro de casa em casa
Em certa data do ano
Tem nativo, forasteiro
Paulista, turco, cigano
Cheirinho bom de cuscuz
Na praça, na Rua Silveira
No Recife, em Alto da Cruz
Lajedão, Corredor, Faveleira.
Povo alegre, timbre alto
Entoa a voz por toda parte
Faz gincana, micareta
Em tudo que toca vira ar
Em tudo que toca vira arte
Cheirinho bom de cuscuz
Tradição do Senhor do Bonfim
Reza pra alma e pra chuva
Nasce vida, feijão, aipim.
Tudo que se planta nasce
Da UNEB conhecimento e luz
Do bem um sorriso na FACE
Do milho, pamonha e cuscuz.
Do açude, Bairro do Riacho
Vida que se planta dá
De uma semente mamona em cacho
De um Rochedo Ibititá.
Núbia Paiva
Chapéu de couro
Cabaça de água na mão
Sonhando, buscando terra...
Quatro homens pelo Sertão
Cangaia, peneira e gibão
Passando veloz no galope
Buscando encher a cabaça
Nas águas do canoão
Vasta Fazenda Grande
Encontram à revelia
Terra de boa colheita
E tudo se inicia
Benigno e Clemente
Chegam cheios de planos
Puseram os pés aqui
Velho Paca e Martiniano
Saíram de Macaúbas
Para fundar esse chão
Aqui buscavam mel
Daqui tiraram o pão
E entre tantas pedras
Se vê açude, canoão...
O nome se fez rochedo
Sem dono e sem patrão
Terra de quem chegasse
Chão livre pra plantar
Mas foi em Sessenta e Um
Que virou Ibititá
Antônio Cardoso Dourado
É o primeiro prefeito
Comerciante agricultor
É pelo povo eleito
E outros líderes vieram
João Gomes, Genário, Inácio
Política em construção
Numa vida nada fácil
E nessa história de busca
O povo usa do direito
Vandinho, Carlão, Domingos
Cada escolha é um prefeito
E entre tantos homens: Francisco
Terra que é minha e sua
São quarenta e cinco anos
E a história continua...
Rochedo Ibititá II
Cheirinho bom de cuscuz
Feijão, jão duro, vatapá
Comida farta, gente alegre
Tem rezeiro de casa em casa
Em certa data do ano
Tem nativo, forasteiro
Paulista, turco, cigano
Cheirinho bom de cuscuz
Na praça, na Rua Silveira
No Recife, em Alto da Cruz
Lajedão, Corredor, Faveleira.
Povo alegre, timbre alto
Entoa a voz por toda parte
Faz gincana, micareta
Em tudo que toca vira ar
Em tudo que toca vira arte
Cheirinho bom de cuscuz
Tradição do Senhor do Bonfim
Reza pra alma e pra chuva
Nasce vida, feijão, aipim.
Tudo que se planta nasce
Da UNEB conhecimento e luz
Do bem um sorriso na FACE
Do milho, pamonha e cuscuz.
Do açude, Bairro do Riacho
Vida que se planta dá
De uma semente mamona em cacho
De um Rochedo Ibititá.
Núbia Paiva
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