domingo, 3 de maio de 2009

Deus não faz pessoas iguais.

Isto significa que as nossas sensibilidades são diferentes. Não queira que as pessoas tenham a mesma capacidade de suportar os problemas que você suportou. Nós não somos iguais! As pessoas jogam pedras por ciúme, inveja e vingança. Porque não podem ser o que você é, não podem ter o que você tem e não conseguem fazer o que você faz. As pedradas doem porque são atiradas com proximidade e porque são carregadas de ódio, inveja e vingança. Se você for alguém cheio de fé, as pessoas verão maravilhas através da sua vida e as pedradas se transformarão em bênçãos. Não importa o tamanho que elas possam vir a ter sobre a sua vida, você sabe que vai vencê-las. A vitória que vence o mundo é a nossa fé. Sabe por quê? Porque com ela você é capaz de receber qualquer pedrada e permanecer em pé. O poder que está nela é maior que todas as outras coisas no mundo. Ser diferente sabe o que significa? Que quando você tem Deus no coração, no meio das pedradas da vida, Ele espera que você tenha reações diferentes. Só quem tem conhecimento do caminho divino pode entender porque as pessoas jogam pedras... Não importa o tamanho daquela que esteja lhe acertando. Os seus olhos só precisam estar fixos em Deus. Dessa forma, você não vai olhar o tamanho da pedra, olhar para si mesmo ou se importar com quem as jogam. Deus não nos promete livrar das pedradas da vida, mas nos oferece os princípios para que não vivamos marcados com feridas causadas por outras pessoas. Devemos sempre estar prontos para receber pedradas na vida. Autor desconhecido
"Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem alma não tem calma. Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é, Atento ao que sou e vejo, Torno-me eles e não eu.Cada meu sonho ou desejo É do que nasce e não meu. Sou minha própria paisagem; Assisto à minha passagem, Diverso, móbil e só, Não sei sentir-me onde estou. Por isso, alheio, vou lendo Como páginas, meu ser. O que sogue não prevendo, O que passou a esquecer. Noto à margem do que li O que julguei que senti. Releio e digo : "Fui eu ?" Deus sabe, porque o escreveu."

Fernando Pessoa

LUTA...


E Se a Vida fosse uma estrada

E Se a Vida fosse uma estrada

Cada um de nós caminha pela vida como se fosse um viajante que percorre uma estrada. Há os que vêem margens floridas e os que somente enxergam paisagens desertas. Há os que pisam em macia grama e os que ferem os pés em pedras pontudas e espinhos. Há os que viajam em companhias amigas, assinaladas por risos e alegria. E há os que caminham com gente indiferente, egoísta e má. Há os que caminham sozinhos – inclusive crianças - e os que vão em grandes grupos. Há os que viajam com pai e mãe. E os que estão apenas com os irmãos. Há quem tenha por companhia marido ou esposa. Muitos levam filhos. Outros carregam sobrinhos, primos, tios. Alguns andam apenas com os amigos. Há quem caminhe com os olhos cheios de lágrimas e há os que se vão sorridentes. Mas, mesmo os que riem, mais adiante poderão chorar. Nessa estrada, nunca se conheceu alguém que a percorresse inteira sem derramar uma lágrima. Pela estrada dessa nossa vida, muitos caminham com seus próprios pés. Outros são carregados por empregados ou parentes. Alguns vão em carros de luxo, outros em veículos bem simples. E há os que viajam de bicicleta ou a pé. Há gente branca, negra, amarela. Mas se olharmos a estrada bem do alto, veremos que não dá para distinguir ninguém: todos são iguais. Há gente magra e gente gorda. Os magros podem ser assim por elegância e dieta ou porque não têm o que comer. Alguns trazem bolsas cheias de comida. Outros levam pedacinhos de pão amanhecido. Muitos gostam de repartir o que têm. Outros dão apenas o que lhes sobra. Mas muita gente da estrada nem olha para os viajantes famintos. Há pessoas que percorrem a estrada sempre vestidas de seda e cobertas de jóias. Outros vestem farrapos e seguem descalços. Há crianças, velhos, jovens e casais, mas quase todos olham para lugares diferentes. Uns olham para o próprio umbigo, outros contemplam as estrelas, alguns gostam de espiar os vizinhos para fofocar depois. Uma boa parte conta o dinheiro que leva e há os que sonham que um dia todos da estrada serão como irmãos. Entre os sonhadores há os que se dedicam a dar água e pão, abrigo e remédio aos viajantes que precisam. Há pessoas cultas na estrada e há gente muito tola. Alguns sabem dizer coisas difíceis e outros nem sabem falar direito. Em geral, os sabichões não gostam muito da companhia dos analfabetos. O que é certo mesmo é que quase ninguém na estrada está satisfeito. A maioria dos viajantes acha que o vizinho é mais bonito ou viaja de forma bem mais confortável. É que na longa estrada da vida, esquecemos que a estrada terá fim. E, quando ela acabar, o que teremos? Carregaremos, sim, a experiência aprendida durante o tempo de estrada e estaremos muito mais sábios, porque todas as outras pessoas que vimos no caminho nos ensinaram algo. A estrada de nossa existência pode ser bela, simples, rica, tortuosa. Seja como for, ela é o melhor caminho para o nosso aprendizado. Deus nos ofereceu essa estrada porque nela se encontram as pessoas e situações mais adequadas para nós. Assim, siga pela estrada ensolarada. Procure ver mais flores. Valorize os companheiros de jornada, reparta as provisões com quem tem fome. E, sobretudo, não deixe de caminhar feliz, com o coração em festa, agradecido a Deus por ter lhe dado a chance de percorrer esse caminho de sabedoria
Equilíbrio
Nathasha Pimenta

Muitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas. Perdoe-as assim mesmo. Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta ou interesseiro. Seja gentil assim mesmo. Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros. Vença assim mesmo. Se você é honesto e franco as pessoas podem enganá-lo. Seja honesto assim mesmo. O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra. Construa assim mesmo. Se você tem paz, é feliz, as pessoas podem sentir inveja. Seja feliz assim mesmo. Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante. Dê o melhor de você assim mesmo. Veja que no final das contas, é entre você e Deus... Nunca foi entre você e as outras pessoas.
Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu para guardar. Ele disse: - Coloque todas as suas tristezas na preta e todas as suas alegrias na dourada. Eu entendi suas palavras e, nas duas caixas, tanto minhas alegrias quanto minhas tristezas guardei. Mas, embora a dourada ficasse cada dia mais pesada, a preta continuava tão leve quanto antes. Curioso, abri a preta. Eu queria descobrir o porquê, e vi na base da caixa um buraco pelo qual minhas tristezas saiam. Mostrei o buraco a Deus e pensei alto: "Gostaria de saber onde minhas tristezas podem estar..." Ele sorriu gentilmente para mim e disse: - Meu filho, elas estão aqui comigo! Perguntei: - Deus, por que deu-me as caixas? Por que a dourada inteira e a preta com o buraco? - Meu filho, a dourada é para você contar suas bênçãos... E a preta é para você deixar ir embora suas mágoas e tristezas... Lembre-se sempre de guardar seus momentos mais felizes e deixar ir embora as tristezas!!! Para que guardar tristezas e magoas na vida? Alem de um peso morto nos leva a uma depressão desnecessaria, eu acredito que se guardarmos a alagria,disposiçao e um sorriso no rosto, vamos estar isentos de grande parte de sofrimento inutil!

domingo, 19 de abril de 2009

Onde você coloca o sal? O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d' água e bebesse. - Qual é o gosto? - perguntou o Mestre. - Ruim - disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse: - Beba um pouco dessa água. Enquanto a água corria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: - Qual é o gosto? - Bom! - Disse o rapaz. - Você sente o gosto do sal? Perguntou o Mestre. - Não - disse o jovem. O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse: - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser 'copo' para tornar-se um 'lago'. Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.