domingo, 19 de abril de 2009
Onde você coloca o sal? O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d' água e bebesse. - Qual é o gosto? - perguntou o Mestre. - Ruim - disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse: - Beba um pouco dessa água. Enquanto a água corria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: - Qual é o gosto? - Bom! - Disse o rapaz. - Você sente o gosto do sal? Perguntou o Mestre. - Não - disse o jovem. O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse: - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser 'copo' para tornar-se um 'lago'. Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos.
sábado, 11 de abril de 2009
A Arte de Raciocinar Raciocinar é uma arte que merece uma reflexão mais detida por parte de todos nós. Mas, e o que é raciocinar? Segundo os dicionários, raciocinar é fazer uso da razão para conhecer, para julgar da relação das coisas; ponderar; pensar. De maneira geral nós estamos raciocinando a maior parte do tempo, pois pensamos, fazemos cálculos, tiramos conclusões. Todavia, quando se trata de tomar decisões em nossas ações diárias, parece que nossa capacidade de raciocinar fica prejudicada ou é abafada pelo egoísmo. Quando estamos no trânsito, por exemplo, e há um veículo atravessado na rua, cujo motorista espera que alguém lhe de a vez para poder seguir, a razão diz que se o deixarmos passar o tráfego fluirá melhor, beneficiando a todos, mas geralmente não é essa a nossa decisão. Quando passamos por um lugar onde houve um acidente, e a aglomeração de pessoas está grande, ao invés de ouvirmos os apelos da razão para seguir em frente e não atrapalhar, as mais das vezes nos juntamos à multidão só para satisfazer a curiosidade e julgar a ocorrência sem conhecimento de causa. Se vamos assistir a um espetáculo, um evento qualquer, o bom senso nos adverte que o melhor é ocupar os lugares mais distantes dos corredores, para facilitar a entrada dos que chegarão depois. Mas o que acontece geralmente, é que nos sentamos nas primeiras cadeiras e quem chegar depois que passe nos espaços apertados que deixamos. E, por vezes, ainda reclamamos pelo fato de ter que encolher as pernas para que os outros passem. Outra situação bastante despropositada é a das mães ou pais com crianças pequenas que ocupam lugares de difícil acesso. Se for um evento em que se faz necessário o silêncio, quando os pequenos começam a chorar ou gritar, esses pais perturbam a metade da platéia até chegarem às portas de saída. Todas essas situações poderiam ser evitadas se usássemos a arte de raciocinar, tomando sempre as decisões mais racionais. Nas questões emocionais, o raciocínio sempre é bom conselheiro, mas o que acontece amiúde, é que não lhe damos ouvidos, preferindo agir como os irracionais. Se necessitamos chamar atenção de um filho, ou outro familiar, por exemplo, e percebemos que este chega nervoso, irritado, a razão nos aconselha deixar para outro momento, mas, infelizmente, nem sempre a ouvimos e despejamos sobre ele uma enxurrada de palavras ásperas, agravando a situação. Se o namorado ou namorada nos diz que já não somos mais o amor da sua vida, a razão pede que nos afastemos, mas nem sempre é assim que agimos. E é por esse motivo que muitos crimes passionais são cometidos. Vale a pena prestar mais atenção nessa faculdade bendita que Deus nos deu, chamada razão. Se lhe déssemos ouvidos, aliando-a ao sentimento, por certo, evitaríamos muitos males, tanto para nós quanto para os outros. Quando suas vistas contemplarem as densas nuvens cinzentas que pairam há apenas alguns metros de altura, ouça com atenção a voz da razão a lhe dizer, com toda segurança que logo acima brilha o sol, soberano, que vencerá as trevas em pouco tempo.
Equipe de Redação do Momento Espírita
Equipe de Redação do Momento Espírita
De mim espere sempre o imprevisível quando pensa que sabe tudo ou alguma coisa...
acaba ficando percebendo nada: é diferente... único e incomparável... porque é o limite onde a lógica toca a loucura..você ta ai parada... mas a sua mente viaja...não para um segundo é só olhar para você para entender isso...
Danila dourado
acaba ficando percebendo nada: é diferente... único e incomparável... porque é o limite onde a lógica toca a loucura..você ta ai parada... mas a sua mente viaja...não para um segundo é só olhar para você para entender isso...
Danila dourado
sexta-feira, 10 de abril de 2009

Fácil, difícil e Impossivel... O que chamamos de fácil nada mais é do que aquilo que já conhecemos muito bem. E por que conhecemos bem? Porque já convivemos com aquilo diariamente. Mas, se pensarmos bem, veremos que um determinada coisa se tornou fácil depois de muito tempo de convivência com ela. Descobrimos, então, que fácil é aquilo que já fizemos repetidas vezes. Ótimo! Eu acabo de descobrir uma coisa muito importante: se fácil é aquilo que já repetimos várias vezes, daqui pra frente eu posso então transformar as coisas difíceis e impossíveis. Como? • começando desde já a conviver com a possibilidade de alcançá-las; • começando desde já a praticá-las; • começando desde já, e em pequenas doses, a fazer com que o impossível torne-se difícil. Mais adiante, fazendo o difícil tornar-se fácil. Sabemos que ver as coisas dessa maneira não é fácil... é até um pouco difícil, mas também impossível já não é mais, a partir do momento em que já descobrimos, pelo menos, qual é o caminho a seguir. Se a vida vai ser algo fácil, difícil ou impossível, isso vai depender de nós mesmos. Aquilo que nem sequer tentamos será sempre impossível. Aquilo que começamos a tentar agora é difícil. E aquilo que já fazemos há muito tempo tornou-se algo fácil. Que tal reletirmos sobre isso e fazermos uma mudança radical em nossas vidas ...
autor desconhecido
autor desconhecido
Geralmente, em toda parte,
No ângulo mais sombrio
Dos recantos desprezados,
Vem a aranha e tece o fio.
Escura, silenciosa,
Atendendo ao próprio instinto,
Seja dia, seja noite,
Vai fazendo o labirinto.
Por manter o enorme enredo,
Insiste e nunca esmorece,
Condenar-se por si mesma
É seu único interesse.
Desdobrando movimentos
Nos impulsos insensatos,
Pratica perseguições,
Multiplica assassinatos.
Insetos despreocupados,
Na ilusão cariciosa,
Transformam-se em prisioneiros
Da pequena criminosa.
Satisfeita, a aranha escura.
Prossegue na horrenda lida,
Nos venenos que segrega
Traz a morte e suga a vida.
Mas um dia, o espanador,
Na luta material,
Vem e arranca essa infeliz
Das teias de horror do mal.
A aranha, porém, não cede,
Com teimosia e com arte,
Foge ao bem que se lhe fez,
E vai tecer noutra parte.
Quem medita na conduta
Dessa aranha renitente,
Encontra a cópia fiel
Da vida de muita gente.
A muitos presos do engano,
Deus envia a dor e as provas;
Mas, depois de liberdade,
Vão prender-se em redes novas.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Cartilha da Natureza.Casemiro Cunha.
No ângulo mais sombrio
Dos recantos desprezados,
Vem a aranha e tece o fio.
Escura, silenciosa,
Atendendo ao próprio instinto,
Seja dia, seja noite,
Vai fazendo o labirinto.
Por manter o enorme enredo,
Insiste e nunca esmorece,
Condenar-se por si mesma
É seu único interesse.
Desdobrando movimentos
Nos impulsos insensatos,
Pratica perseguições,
Multiplica assassinatos.
Insetos despreocupados,
Na ilusão cariciosa,
Transformam-se em prisioneiros
Da pequena criminosa.
Satisfeita, a aranha escura.
Prossegue na horrenda lida,
Nos venenos que segrega
Traz a morte e suga a vida.
Mas um dia, o espanador,
Na luta material,
Vem e arranca essa infeliz
Das teias de horror do mal.
A aranha, porém, não cede,
Com teimosia e com arte,
Foge ao bem que se lhe fez,
E vai tecer noutra parte.
Quem medita na conduta
Dessa aranha renitente,
Encontra a cópia fiel
Da vida de muita gente.
A muitos presos do engano,
Deus envia a dor e as provas;
Mas, depois de liberdade,
Vão prender-se em redes novas.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Cartilha da Natureza.Casemiro Cunha.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Pensamentos...
Mistérios do Universo Muitos homens, quando adentram o campo das ciências sem entendê-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mistérios do Universo. Já os homens que penetram as ciências com humildade e vontade entender os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade lógica da existência de uma inteligência que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo. Um conceituado biólogo escreveu um livro fantástico que intitulou: "O homem não está só". Nesse livro cita vários motivos pelos quais ele crê em Deus. Um deles é o fato de a distância que medeia entre o sol e a terra estar matematicamente calculada, o que não poderia ser obra do acaso. Se o Sol não estivesse a 150 milhões de quilômetros da Terra, mas apenas a metade dessa distância, não haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam. E se a distância fosse 50% a mais, a vida também seria impossível devido à falta de luz e calor. Se o movimento de rotação da Terra não tivesse sido calculado de forma eficiente, e ao invés de 1.600 quilômetros por hora, fossem 10 vezes menores os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria impossível. O calor dos dias, a sombra e gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam. Se os meteoros, que caem diariamente, não fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quilômetros, a vida na Terra seria impossível, pois os incêndios fariam tudo arder. Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo está matematicamente calculado. Há uma inteligência causal por trás de cada fenômeno da natureza. E é a essa inteligência que chamamos Deus. Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande máquina. Após apuradas pesquisas nas áreas da astrofísica, da biologia, da embriogenia entre outras, os homens chegaram à conclusão de que os Universos é um grande pensamento. Não há efeito sem causa. Procuremos à causa de tudo o que não é obra do homem e a razão nos responderá. O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que é Deus, é admitir que há efeito sem causa e aceitar que o nada pôde fazer alguma coisa.
autor desconhecido

Rochedo Ibititá I
Chapéu de couro
Cabaça de água na mão
Sonhando, buscando terra...
Quatro homens pelo Sertão
Cangaia, peneira e gibão
Passando veloz no galope
Buscando encher a cabaça
Nas águas do canoão
Vasta Fazenda Grande
Encontram à revelia
Terra de boa colheita
E tudo se inicia
Benigno e Clemente
Chegam cheios de planos
Puseram os pés aqui
Velho Paca e Martiniano
Saíram de Macaúbas
Para fundar esse chão
Aqui buscavam mel
Daqui tiraram o pão
E entre tantas pedras
Se vê açude, canoão...
O nome se fez rochedo
Sem dono e sem patrão
Terra de quem chegasse
Chão livre pra plantar
Mas foi em Sessenta e Um
Que virou Ibititá
Antônio Cardoso Dourado
É o primeiro prefeito
Comerciante agricultor
É pelo povo eleito
E outros líderes vieram
João Gomes, Genário, Inácio
Política em construção
Numa vida nada fácil
E nessa história de busca
O povo usa do direito
Vandinho, Carlão, Domingos
Cada escolha é um prefeito
E entre tantos homens: Francisco
Terra que é minha e sua
São quarenta e cinco anos
E a história continua...
Rochedo Ibititá II
Cheirinho bom de cuscuz
Feijão, jão duro, vatapá
Comida farta, gente alegre
Tem rezeiro de casa em casa
Em certa data do ano
Tem nativo, forasteiro
Paulista, turco, cigano
Cheirinho bom de cuscuz
Na praça, na Rua Silveira
No Recife, em Alto da Cruz
Lajedão, Corredor, Faveleira.
Povo alegre, timbre alto
Entoa a voz por toda parte
Faz gincana, micareta
Em tudo que toca vira ar
Em tudo que toca vira arte
Cheirinho bom de cuscuz
Tradição do Senhor do Bonfim
Reza pra alma e pra chuva
Nasce vida, feijão, aipim.
Tudo que se planta nasce
Da UNEB conhecimento e luz
Do bem um sorriso na FACE
Do milho, pamonha e cuscuz.
Do açude, Bairro do Riacho
Vida que se planta dá
De uma semente mamona em cacho
De um Rochedo Ibititá.
Núbia Paiva
Chapéu de couro
Cabaça de água na mão
Sonhando, buscando terra...
Quatro homens pelo Sertão
Cangaia, peneira e gibão
Passando veloz no galope
Buscando encher a cabaça
Nas águas do canoão
Vasta Fazenda Grande
Encontram à revelia
Terra de boa colheita
E tudo se inicia
Benigno e Clemente
Chegam cheios de planos
Puseram os pés aqui
Velho Paca e Martiniano
Saíram de Macaúbas
Para fundar esse chão
Aqui buscavam mel
Daqui tiraram o pão
E entre tantas pedras
Se vê açude, canoão...
O nome se fez rochedo
Sem dono e sem patrão
Terra de quem chegasse
Chão livre pra plantar
Mas foi em Sessenta e Um
Que virou Ibititá
Antônio Cardoso Dourado
É o primeiro prefeito
Comerciante agricultor
É pelo povo eleito
E outros líderes vieram
João Gomes, Genário, Inácio
Política em construção
Numa vida nada fácil
E nessa história de busca
O povo usa do direito
Vandinho, Carlão, Domingos
Cada escolha é um prefeito
E entre tantos homens: Francisco
Terra que é minha e sua
São quarenta e cinco anos
E a história continua...
Rochedo Ibititá II
Cheirinho bom de cuscuz
Feijão, jão duro, vatapá
Comida farta, gente alegre
Tem rezeiro de casa em casa
Em certa data do ano
Tem nativo, forasteiro
Paulista, turco, cigano
Cheirinho bom de cuscuz
Na praça, na Rua Silveira
No Recife, em Alto da Cruz
Lajedão, Corredor, Faveleira.
Povo alegre, timbre alto
Entoa a voz por toda parte
Faz gincana, micareta
Em tudo que toca vira ar
Em tudo que toca vira arte
Cheirinho bom de cuscuz
Tradição do Senhor do Bonfim
Reza pra alma e pra chuva
Nasce vida, feijão, aipim.
Tudo que se planta nasce
Da UNEB conhecimento e luz
Do bem um sorriso na FACE
Do milho, pamonha e cuscuz.
Do açude, Bairro do Riacho
Vida que se planta dá
De uma semente mamona em cacho
De um Rochedo Ibititá.
Núbia Paiva
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